Família

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Foto: Thinkstock/ Getty Images

Nem todos os filhos encaram numa boa quando os pais começam novos relacionamentos. Muitas mulheres enfrentam a dificuldade de conviver com uma verdadeira guerra dentro de casa entre os filhos e o companheiro.

Embora a adolescência seja um período frequentemente conturbado na relação entre pais e filhos, a psicóloga Betina Serson afirma que a rejeição de um novo parceiro pode acontecer em filhos de qualquer idade. Para ela, mais importante do que a idade são o relacionamento entre mãe e filho, como foi a separação do casal, o relacionamento entre o pai e o filho e o relacionamento entre o pai e a mãe (não precisa aspas) (são fatores mais importantes do que a idade dos filhos – colocar na OD). “O relacionamento entre mãe e filho muda de acordo com a idade e desenvolvimento do filho. Quando ele é adolescente existem os problemas da adolescência que podem interferir”, completa.

A psicóloga diz ainda que a melhor maneira de apresentar um novo companheiro aos filhos é aos poucos. “A mãe precisa estar muito certa do que sente para envolver o filho”. Além disso, a postura do novo companheiro é determinante: “O padrasto não deve querer substituir o pai e impor as suas ideais. Isso poderá fazer o filho bater de frente com ele, e o relacionamento provavelmente ficará ruim”, afirma Betina.

E o que fazer se os filhos não conseguem mesmo aceitar e conviver com o novo parceiro da mãe? Para Betina, o casal deve avaliar a situação e procurar o diálogo, ouvindo as queixas dos filhos, até mesmo perguntando o que eles pensam da situação. O novo parceiro da mulher, por sua vez, deve tentar ao máximo ter uma boa relação com os filhos de sua parceira: “Sempre ouvir o que o outro tem a dizer é muito importante”, reafirma a psicóloga.

 

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